Muito prazer, eu sou o Brutus!

 ✍️ MY BOO

Quando você escuta um pet chamado “Brutus” o que vem à sua cabeça? Talvez um cachorro de porte grande, como Pastor Alemão ou Rottweiler? Mas a história da nossa entrevistada do projeto “Um Pet em Minha Vida” muda completamente esse nosso pensamento. 

Convidamos você para conhecer a relação entre Caroline e Brutus, seu doguinho da raça Pinscher. E tudo começou da maneira mais gostosa possível, com muita bagunça e mordidas...

Como você conheceu o Brutus? 

Conheci o Brutus na casa do meu ex-sogro. Eu e meu ex-namorado fomos fazer uma visita no Dia dos Pais. Chegando lá, eles nos mostraram a ninhada que tinha acabado de nascer e disseram para escolher um. Enquanto brincávamos com os filhos, chegou uma criaturinha folgada e marrenta, sentando na cabeça de todos os irmãos, mordendo, empurrando e fazendo uma bagunça nada. Aí não teve jeito, foi amor instantâneo!

Como você costumava viver antes deste encontro? 

Sempre tive cachorro em casa, e como as minhas cachorrinhas moravam no interior com os meus pais, sentia falta de ter um doguinho fazendo companhia. Logo que a minha Pandora morreu, que foi o meu primeiro grande amor, senti ainda mais necessidade, mas não tinha coragem ainda por morar sozinha em um apartamento.

Quando você decidiu que era a hora de dividir sua vida com um pet? 

Como eu disse, não foi bem uma decisão premeditada, aconteceu por acaso e não pensei duas vezes.

Como é a rotina de vocês? 

Nossa, varia bastante. No início, eu costumava passear muito com o Brutus, mas com o tempo e por conta do trabalho, comecei a me atrapalhar e não conseguir ter muito esse momento. Se eu estiver fazendo home office, é grude o dia inteiro, com pausas pequenas para sair correndo pelo apartamento brincando e jogando bolinha. Se eu estiver trabalhando fora, a programação vira sofá e Netflix. Hoje estamos passeando mais, então ele chega exausto em casa, mas logo em seguida já aparece correndo pra brincar com a bolinha. 

Como foi a adaptação de vocês?

A única adaptação que eu tive foi me organizar melhor com horário pra não deixar ele muito tempo sozinho ou levar ele comigo quando possível. Fora outros cuidados básicos em casa, como não deixar cadeira na varanda, pois ele acha que é gato e começa a escalar tudo. 

Consegue traçar uma linha entre o antes e depois de ter um pet em sua vida? 

Pode ser meio clichê, mas aquele papo de que cachorro alegra o ambiente é totalmente verdadeiro. O Brutus traz vida pra minha casa e quando ele não está aqui, momentos que a vovó decide sequestrá-lo, eu sinto que fica tudo vazio. Ele sente de longe quando eu não estou bem e preciso de um chamego. Conexão que fala, né? 

Quais manias você mais gosta no Brutus? 

Uma que eu adoro e todo mundo que conhece diz o mesmo é a mania que ele tem de se enfiar nas cobertas para dormir. Ele gosta de ficar todo escondido, salvo algumas vezes que fica com as perninhas abertas balançando o saquinho dele pra fora. 

Tem algum programa que vocês adoram fazer juntos? 

Além de dormir? Brincar de esconde esconde pelo apartamento, definitivamente…

Qual dica você daria para quem tem PET e busca lugares para dar um rolê? 

Gosto muito de levar ele nos parques. O Brutus fica maluco querendo cheirar tudo e todos, sem contar que é um ótimo exercício para ambos. Tem várias praças com espaços específicos para pets, que você pode soltar e deixar ele correr e brincar a vontade. 

Tem alguma música, frase, momento, apelido ou comida que faz você lembrar da Amora? 

Fun fact! O Brutus sempre uiva quando começa a tocar “Redbone” do Childish Gambino. Mas assim, ele uiva muito mesmo! Então, sempre que escuto em algum lugar, lembro dele na hora. 

E aí, vamos dar o play e escutar a música favorita do Brutus? 


Marcado com: #pet #umpetemminhavida

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